INVENTÁRIO FLORESTAL

uma forma de saber seu estoque de volume de madeira

INVENTÁRIO FLORESTAL

uma forma de saber seu estoque de volume de madeira

O que é um Inventário Florestal?

O Inventário Florestal é toda averiguação de quantidade e qualidade dos recursos e características de uma floresta, seja ela equiânea ou inequiânea.

Comumente é usado para quantificar o estoque de madeira de um ou mais povoamentos florestais, através de estimativas de volume (m³) e de número de indivíduos por hectare(N°/ha).

 

 

O que é um Inventário Florestal?

O Inventário Florestal é toda averiguação de quantidade e qualidade dos recursos e características de uma floresta, seja ela equiânea ou inequiânea.

Comumente é usado para quantificar o estoque de madeira de um ou mais povoamentos florestais, através de estimativas de volume (m³) e de número de indivíduos por hectare(N°/ha).

 

Tipos de Inventário

1. Inventário Florestal Convencional

  • O tipo mais comum de inventário, é realizado apenas para obtenção do volume total de madeira (estoque);

2. Inventário Florestal Contínuo

  • Comumente realizado por empresas florestais e instituições de pesquisa, tem o objetivo de acompanhar a dinâmica de crescimento e verificar as mudanças ocorridas em uma floresta, em um determinado período de tempo;

3. Inventário de Sobrevivência 

  • Realizado logo após o plantio para identificar a taxa de sobrevivência das mudas e determinar se existe a necessidade da realização de um replantio ou outros tratos silviculturais;

4. Inventário Pré-corte

  • Sempre realizado antes da colheita ou exploração, normalmente necessita de uma alta intensidade amostral;

5. Inventário para Planos de Manejo Sustentável

  • Extremamente necessário para a elaboração de um Plano de Manejo de florestas inequiâneas, possui alto grau de detalhamento.

Tipos de Inventário

1. Inventário Florestal Convencional

  • Mais comum, realizado para obtenção do volume total de madeira (estoque);

2. Inventário Florestal Contínuo

  • Realizado por empresas e instituições de pesquisa, para acompanhar a dinâmica de crescimento e verificar as mudanças ocorridas na floresta, num determinado período de tempo;

3. Inventário de Sobrevivência 

  • Realizado logo após o plantio para identificar a taxa de sobrevivência das mudas e determinar se há necessidade de replantio ou outros tratos silviculturais;

4. Inventário Pré-corte

  • Realizado antes da colheita ou exploração, necessita de uma alta intensidade amostral;

5. Inventário para Planos de Manejo Sustentável

  • Necessário para a elaboração de um Plano de Manejo de florestas inequiâneas, possui alto grau de detalhamento.

Metodologia usada na Florestal Jr.

Para levantar as informações necessárias em um inventário de florestas plantadas, realizamos geralmente a amostragem de parcelas quadradas (20X20m), ou retangulares (20X25m) quando a área apresenta relevo muito acidentado.

Esses valores podem variar de acordo com espaçamento do plantio,  deve-se atingir o número mínimo de 20 árvores por parcela. A distribuição das parcelas na área pode variar bastante, sendo possível lançar uma parcela para cada 1 ha, ou até mesmo uma parcela para cada 5 ha, esse valor varia de acordo com a homogeneidade do plantio, o grau amostral preterido e tipo de inventário (pré-corte ou contínuo).

Nas parcelas são levantados dados como DAP (Diâmetro a altura do peito) ou CAP (Circunferência a altura do peito) de todos os indivíduos presentes e a altura das 5 primeiras árvores levantadas. Deverão ser enumeradas todas as árvores na ficha de campo. Após essa etapa de levantamento, os dados devem ser processados e separados por classe de diâmetro que podem variam entre faixas de 2 a 4 cm. 

Para estimar o volume é necessário realizar a medição aproximada do volume de um alguns indivíduos, a este processo damos o nome de Cubagem.

Existe o método “destrutivo” e o “não-destrutivo” de cubagem, e para determinar qual o método a ser utilizado devem ser avaliados o prazo, o orçamento, o número de classes de diâmetro, a disponibilidade de corte de árvores e a precisão requerida no projeto. Para a realização do método “destrutivo” é necessário o apoio de um motosserrista profissional para abater as árvores. Devem-se derrubar no mínimo 3 árvores por classe diamétrica.

A nossa empresa costuma realizar os cálculos segundo o Método de Smalian.

Para proceder o método “não-destrutivo” é necessário utilizar a ferramenta Pentaprisma e devem ser mensuradas ao menos 3 árvores por classe de DAP,  utilizando nos cálculos o Método de Smalian.

Com o levantamento completo dos dados é feita a relação Hipsométrica e Volumétrica que melhor se ajuste aos dados obtidos em campo, a partir daí é possível estimar o volume das parcelas e inferir sobre os estoques de madeira da floresta.

Metodologia usada na Florestal Jr.

Para levantar as informações necessárias em um inventário de florestas plantadas, realizamos geralmente a amostragem de parcelas quadradas ou retangulares, dependendo do relevo da área.

A área da parcela varia de acordo com espaçamento do plantio, e sua distribuição é feita de acordo com a homogeneidade do plantio, o grau amostral preterido e tipo de inventário.

Nas parcelas são levantados dados como DAP (Diâmetro a altura do peito) ou CAP (Circunferência a altura do peito) de todos os indivíduos e a altura das 5 primeiras árvores. Após essa etapa de levantamento, os dados são processados e separados por classe de diâmetro.

Para estimar o volume realizamos a medição aproximada do volume de alguns indivíduos – processo chamado cubagem.

Existe o método “destrutivo” e o “não-destrutivo” de cubagem, e para determinar qual será utilizado devem ser avaliados o prazo, o orçamento, o número de classes de diâmetro, a disponibilidade de corte de árvores e a precisão requerida no projeto. Para a realização do método “destrutivo” é necessário um motosserrista profissional para abater as árvores.

Para proceder o método “não-destrutivo” é necessário utilizar a ferramenta Pentaprisma, utilizando nos cálculos o Método de Smalian (método usado na Florestal Jr.).

Com o levantamento completo dos dados é feita a relação Hipsométrica e Volumétrica que melhor se ajuste aos dados obtidos em campo, possibilitando estimar o volume das parcelas e inferir sobre os estoques de madeira da floresta.

Quais equipamentos são usados?

1. EPI’s (capacete, óculos e perneira);
2. Fita métrica (CAP);
3. Fita zebrada;
4. Spray(marcação);
5. GPS (pontos);
6. Rádio Comunicador;
7.Suta (cubagem destrutiva);
8. Trena;
9. Hipsômetro ou clinômetros;
10. Ficha de campo.

 

Rendimento da equipe

As equipes de medição nas duas etapas são geralmente compostas por duas pessoas e obtém um rendimento de 10 a 12 parcelas ao dia, ou 30 a 40 árvores cubadas por dia. Isso varia muito em função da distância percorrida e do relevo do local.

O processamento das informações e a escrita do relatório podem durar até duas semanas.

Atenção para o orçamento!

Após a determinação do número de parcelas a serem lançadas, deve se pensar em quantas equipes e dias serão necessários para executar todas as etapas do projeto, e elaborar o planejamento de maneira eficiente, otimizando os processos para que possamos ter o menor custo possível de execução, sem comprometer o andamento do projeto.

Ao planejar o transporte deve ser levado em conta a capacidade máxima de lotação do veículo locado, bem como sua adequação para as condições das vias. Caso o local seja distante ou apresente boa parte do trajeto sem pavimentação, recomendamos carros com motor 1.6 ou caminhonetes traçadas, o que pode elevar o custo do projeto.

Rendimento da equipe

As equipes de medição são compostas por 2 pessoas com um rendimento de 10 a 12 parcelas ao dia, variando em função da distância percorrida e do relevo.

O processamento das informações e a escrita do relatório podem durar até duas semanas.

Atenção para o orçamento!

Após a determinação do número de parcelas a serem lançadas, elaboramos o planejamento de maneira eficiente, otimizando os processos para ter o menor custo de execução.

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